quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Visita do gavião

Hoje o gavião apareceu e se mostrou. O cheiro que eu sentia parecia ser o da galinha que também me frequenta. Hoje eu vi e senti o cheiro do gavião. 


Quando me mostrei para ele, saiu em revoada. Acredito que a água limpa que deixo disponível tenha sido o motivo de suas visitas. Agora, pelo cheiro, terei a certeza das suas aparições.


Quero dizer que natureza impressionante me mostra o quanto é grande e desafiante a vida. O que me chamou pra ver o gavião foi o som das suas grandes asas batendo até pousar aqui bem perto de mim. Um tamanho espantoso de ave, os olhos capturantes, como um flash, saiu das minhas vistas largando o seu cheiro.


Se um dia eu aprender a sentir o cheiro e saber que se trata de um gavião, ou até mesmo de um carcará, desejo a sabedoria para manter a distância e apenas observar.

terça-feira, 18 de novembro de 2025

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Contando com gentilezas

 A loucura é tanta que tá dando enjôo. O nirvana tem efeitos colaterais. Pressão baixa, escutei uma vez. Tremores sutis. Porque a coisa louca de usar a voz. É quem quer que eu cante, a brisa me soprou e neste exato momento soprou de novo, pra me trazer ao meu próprio corpo muito louco. 

As janelas estão todas fechadas mas já há uma porta de casa aberta. Sem tremer, sem chorar. Tremendo um pouco, sem trepidar. 

Contando com algumas gentilezas dos homens.