Conviver consigo é ver o dia passar. O dia é a própria pessoa. O seu dia. Ver as cores do dia, desde quando o sol impõe sua luz fascinante e interrompe o sono. É difícil, pode-se pensar. Os sons da cidade são de fábricas de amônia e ureia. Os acontecimentos são imprevisíveis. As emoções estridentes. A criatividade precisa ser invocada. O silêncio da voz transforma-se em um ente de mil vozes, muitas mil vozes por serem caladas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Segundos Saberes (para o seu comentário)